20.4.10
Clínicas Central Care e Clínica Dasein
A Central Care e a Clínica Dasein (www.clinicadasein.pt), são parceiros. Para mais detalhes sobre os benefícios mútuos, basta contactar para o nosso nº gratuito ou através do nosso mail: duvidas@centralcare.pt
19.4.10
PROTOCOLOS

Nos últimos meses andámos a trabalhar com afinco no objectivo de proporcionar fantásticas parcerias.
A Central Care estabeleceu vários protocolos que proporcionarão excelentes dinâmicas entre nós e os nossos parceiros. Estamos extremamente animados para construir relações sólidas que farão crescer organicamente os protocolos de forma a criar novas ideias.
No fundo, tudo se resume no seguinte: queremos que se reflicta em mais e melhores benefícios e descontos para os nossos pacientes/amigos.
Peça informações no nosso nº verde (800 20 33 33), ou através do nosso mail: duvidas@centralcare.pt
26.3.10
A CADEIRA DO DENTISTA AO LONGO DOS SÉCULOS
Os primeiros tratamentos dentários eram feitos no chão. Hoje, confortáveis cadeiras seguem a ergonomia e acomodam o paciente.
O tratamento dentário ainda provoca alguma dor, porém, o avanço tecnológico tem minimizado essa dor!
Se recuarmos nos séculos, damos conta de que os atendimento era feito em condições precárias. O local onde era feito o tratamento dentário evolui consideravelmente. Em tempos que já lá vão, o "dentista", sentava-se no chão diante do paciente para realizar o tratamento.
Os Gregos criaram a primeira cadeira para fins cirúrgicos (figura à esquerda).
A definição de consultório dentário surgiuo através de Pierre Fuchard, considerado o "pai da medicina dentária moderna".
Em Paris, a partir de 1719, Fuchard passou a colocar o paciente numa cadeira com um encosto almofadado. Na altura, era o "Dentista" que ia atrás do paciente e nunca o contrário. A cadeira que se segue foi usada nos Estados Unidos entre 1790 e 1812 por Josiah Flagg.

Era de nogueira, possuía uma almofada para a cabeça e apoio para os braços. A base e estrutura da cadeira é em ferro fundido com pés de pata de leão, assento e encosto com estrutura de madeira e palhinha.
A cadeira era sempre colocada próximo de uma janela pois os tratamentos eram feitos à base da luz natural
Em finais do séclo XIX surge a industriaçização das cadeiras dentárias. A cadeira que mostramos de seguida é o fruto dessa industrialização.
A cadeira é portátil e de fácil montagem. Está acopolada a uma caixa onde era transportada até ao lugar onde era necessária, isto é, "até onde o paciente estava"....

Ainda de 1930 temos outras cadeiras, estas não transportáveis. A imagen que apresentamos de seguida foi usada durante os anos 20. Embora pareça que o paciente está preso, as cintas no tórax, no abdômen e nas pernas serviam, unica e exclusivamente, para segurança do paciente.

Nos anos 40 as cadeiras deixaram de ter as cintas que seguravam os pacientes mas, menos anatómica que as actuais, ainda nos fazem lembrar bastante as cadeiras dos barbeiros
CENTRAL CARE - é tempo de sorrir!
18.3.10
CENTRAL CARE KIDS

A CENTRAL CARE KIDS continua a visitar escolas da grande Lisboa com o intuito de observar a saúde oral das crianças e aconselhar os pais. Estas visitas possuem um carácter social e gratuíto. No dia 22 de Março serão os meninos do Infantário da Pedrita a receberem o Trincas.
Porque acreditamos que educar é prevenir....
CENTRAL CARE - é tempo de sorrir!
O Pequeno Grande Livro do Trincas!
O pequeno grande livro do Trincas já está disponível on-line em: http://issuu.com/central_care/docs/livrodotrincas
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7.3.10
A Fada dos Dentes

A lenda da fada dos dentes diz que, quando cai um dente de leite á criança, deve ser colocado debaixo da almofada. Durante a noite a “fada dos dentes” leva-o e, em troca, deixa uma moeda.
Pensa-se que esta crença têm, provavelmente uma origem europeia. Durante a idade média, acreditava-se que os dentes de leite continham a alma das crianças a que pertenciam. Assim, e para que, ao caírem, não caíssem nas mãos das Bruxas, que os poderiam usar em feitiços, deveriam ser guardados ou queimados. O dever dos pais era guardar os dentes para que, de modo algum, viessem a cair em mãos alheias. Para prevenir a perda do dente de leite por parte da criança, contava-se a história da “fada dos dentes”. Deste modo, as crianças guardavam os seus dentes de leite debaixo da almofada, para que a fada os levasse e, em troca, deixava uma moeda. É assim que a lenda da fada têm sido contada e, de pais para filhos, perdurado até aos dias de hoje.
A tradição de trocar os dentes por dinheiro já existiria no tempo dos Vikings. Este povo acreditava que, possuir uma parte do corpo de uma criança, atraia o poder e a sorte durante uma batalha. Assim estavam acostumados a comprar os dentes das crianças que caíam e usavam-nos como amuletos, muitas vezes transformavam-nos em colares.
Há algumas culturas em que a fada dos dentes é um animal, um duende ou até um anjo.
Na nossa vizinha Espanha, a Fada dos dentes dá lugar a um rato – O Rato Pérez. Em 1824 um sacerdote jesuíta chamado de Luís Colomo, conselheiro da casa real espanhola e também autor de contos, escreve uma pequena história para o pequeno príncipe Afonso XIII, a pedido do Rei Afonso XII e da Rainha Maria Cristina. O objectivo era explicar e desdramatizar a perda dos dentes de leite, fase pela qual o pequeno príncipe estaria a passar. O protagonista do conto era um rei menino chamado Buby (assim chamava ao seu menino a rainha Maria Cristina) e um ratinho chamado Pérez. 
O Ratinho vivia com a sua família no sótão de uma pastelaria muito conhecida no Séc. XIX em Madrid. Ao perder o primeiro dente de leite, o reizinho Buby deixou-o debaixo do travesseiro, por conselho de sua mãe, para que o ratinho o viesse recolher. Na tentativa de conhecer a ratinho, o menino tentou permanecer acordado mas, com o passar das horas o sono foi vencendo a curiosidade e o reizinho adormeceu com a cabeça por cima do seu tesouro. De repente acordou com um suave roçar nos seus cabelos. Era o Rato Perez. O reizinho pediu ao rato para o acompanhar na sua viagem e, o rato, aceitou. Ao tocar com o seu rabo no menino, transformou-o num rato e, juntos, viajaram para fora do castelo.
Conta a história que nesta jornada o reizinho conheceu outros meninos que viviam outras realidades e aprendeu valores como a Coragem e generosidade. Quando regressou ao palácio voltou a transformar-se num pequeno príncipe.
O padre Colomo quis ensinar ao pequeno Afonso que todos os homens são irmãos, ricos ou pobres.
Este conto faz parte do património espanhol e está guardado numa câmara segura na Real Biblioteca do Palácio de Madrid. Embora não se publique este conto desde 1947 em Espanha, o curioso é que este conto é reeditado todos os anos no Japão.

O Ratinho vivia com a sua família no sótão de uma pastelaria muito conhecida no Séc. XIX em Madrid. Ao perder o primeiro dente de leite, o reizinho Buby deixou-o debaixo do travesseiro, por conselho de sua mãe, para que o ratinho o viesse recolher. Na tentativa de conhecer a ratinho, o menino tentou permanecer acordado mas, com o passar das horas o sono foi vencendo a curiosidade e o reizinho adormeceu com a cabeça por cima do seu tesouro. De repente acordou com um suave roçar nos seus cabelos. Era o Rato Perez. O reizinho pediu ao rato para o acompanhar na sua viagem e, o rato, aceitou. Ao tocar com o seu rabo no menino, transformou-o num rato e, juntos, viajaram para fora do castelo.
Conta a história que nesta jornada o reizinho conheceu outros meninos que viviam outras realidades e aprendeu valores como a Coragem e generosidade. Quando regressou ao palácio voltou a transformar-se num pequeno príncipe.
O padre Colomo quis ensinar ao pequeno Afonso que todos os homens são irmãos, ricos ou pobres.
Este conto faz parte do património espanhol e está guardado numa câmara segura na Real Biblioteca do Palácio de Madrid. Embora não se publique este conto desde 1947 em Espanha, o curioso é que este conto é reeditado todos os anos no Japão.
A tradição do Rato Pérez é também contado em países como: Nova Guiné, Ucrânia, Moldávia, Colômbia, Uruguai e Argentina.
No caso Particular da França, também existe o Rato mas tem o nome de - La petit Souris -
Há no entanto outros países que não usam como colector de dentes nem a fada nem o rato. Em Itália existe um duende – O Topino.
Na Catalunha acreditavam que eram os Anjos que recolhiam os dentes das crianças e que, em troca, deixam coisas agradáveis.
Seja uma Fada, um Duende, um Ratinho ou um Anjo, todos eles têm o mesmo objectivo:
Há no entanto outros países que não usam como colector de dentes nem a fada nem o rato. Em Itália existe um duende – O Topino.

Na Catalunha acreditavam que eram os Anjos que recolhiam os dentes das crianças e que, em troca, deixam coisas agradáveis.
Seja uma Fada, um Duende, um Ratinho ou um Anjo, todos eles têm o mesmo objectivo:
1) distrair a atenção da criança do desconforto da perda de um dente;
2) Tentar explicar a troca dos dentes como um acto misterioso, de Magia…;
3) Compensar a perda de uma parte da criança para minimizar o trauma.
2) Tentar explicar a troca dos dentes como um acto misterioso, de Magia…;
3) Compensar a perda de uma parte da criança para minimizar o trauma.
24.2.10
ESCOLA ABCD DA BRANDOA - VISITA COM RASTREIO ORAL
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